Agradeço a meu grande amigo Roberto Soares Caldas, cuja inquietação sobre simulações e meta-simulações me inspirou a escrever este texto.
E se fossemos nós simulações dentro dos computadores de uma civilização mais avançada do que a nossa? Esta civilização poderia achar que, por sermos meras simulações, não seriamos seres complexos o suficiente para exibirmos o que eles reconhecessem como consciências. E então, eu pergunto, o que impediria que eles desligassem seus computadores quando se cansassem de jogar?
Eu já decidi. E é por isso que não desligo mais o meu computador.
